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CRIANÇAS
INTERVENÇÃO NA ÁREA
DA PSICOLOGIA CLÍNICA
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Muitas
pessoas pensam que os psicólogos clínicos são
médicos para “malucos”. É precise
desmistificar essa ideia já que o psicólogo
clínico não trabalha só com pessoas com
deficiência mental, a sua especialização
engloba intervenção, prevenção
e ajuda. Para além disso, qualquer pessoa pode, num
momento de crise, necessitar da ajuda de um psicólogo
clínico e por esse motivo não passa a ser “maluca”.
Um psicólogo deste ramo utiliza vários instrumentos
de avaliação, como a observação,
os testes, as entrevistas e muitos outros métodos que
lhe permitem fazer uma avaliação psicológica
e chegar a determinadas conclusões.
Ao psicólogo clínico não interessa só
o indivíduo em estudo, mas também o processo
em si. Importa compreender o indivíduo e as suas perturbações.
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AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
Chamamos Avaliação Psicológica
ao conjunto de informações obtidas pelo psicólogo
(com ou sem a utilização de testes) para esclarecimento
e compreensão (o mais completa e profunda possível
) das condições do cliente *. Realiza-se
sempre que existem distúrbios emocionais, problemas de conduta,
condições intelectuais e emocionais de crianças,
adolescente e adultos.
Acontece num processo faseado:
1. Sessões de entrevista e aplicação
de provas;
2. Elaboração do relatório
com base nos resultados e conclusões acerca do mesmo;
3. Sessão de (1) entrega do relatório
com discussão dos resultados (2) delineamento de possíveis
soluções e potencial indicação de encaminhamento
para o serviço de ajuda adequado.
* os psicólogos evitam
as palavras “paciente” ou “doente” e, em
regra, optam pela designação de “cliente”
(basicamente para se estabelecer, de uma forma clara, a distinção
entre o modelo psicológico e o modelo médico).
TIPOS DE AVALIAÇÃO
Sobe 
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DIFICULDADES RELACIONADAS COM ACONTECIMENTOS
DE VIDA
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DIVÓRCIO
PARENTAL NASCIMENTO
DE IRMÃOS
MUDANÇAS (de escola, de casa…)
MORTE DE ENTES QUERIDOS |
PERTURBAÇÕES
DO HUMOR
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DEPRESSÃO
NA INFÃNCIA |
PERTURBAÇÕES
DISRUPTIVAS DO COMPORTAMENTO
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PERTURBAÇÃO
DE HIPERACTIVIDADE COM E SEM DÉFICE DE ATENÇÃO
PERTURBAÇÕES
DE COMPORTAMENTO
COMPORTAMENTO DE OPOSIÇÃO |
PERTURBAÇÕES
DE ANSIEDADE
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ANSIEDADE
DE SEPARAÇÃO
TIQUES ANSIEDADE
SOCIAL NA INFÂNCIA
DIFICULDADES DE ADAPTAÇÃO À ESCOLA |
OUTRAS
PERTURBAÇÕES COMPORTAMENTAIS E EMOCIONAIS
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ENURESE
ENCOPRESE
PERTURBAÇÕES DO SONO
MEDOS TIMIDEZ
EXCESSIVA CIÚME
DENTRE IRMÃOS |

INTERVENÇÃO NA ÁREA
DA PSICOLOGIA EDUCACIONAL
A Psicologia educacional dedica-se ao estudo
de como os seres humanos aprendem em ambientes educacionais.
Está, portanto, relacionada com o sucesso educativo na
população em geral e em grupos específicos
tais como crianças sobredotadas ou subdotadas que necessitam
de cuidados especiais...
Intervém nas dificuldades escolares e, também,
na escolha da carreira (Orientação Escolar e Vocacional).
Para além disso, avalia os métodos de estudo,
com vista a optimizá-los e fornece estratégias
aos jovens de forma a conseguirem ultrapassar as suas limitações
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AVALIAÇÃO
DEVIDO A DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
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DESPISTE
DE DISLEXIA
DESPISTE DE DISCALCULIA
DESPISTE DE DISORTOGRAFIA
AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ESCOLARES |
PROGRAMAS
DE INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA
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PROGRAMA
DE DESENVOLVIMENTO DAS APTIDÕES PARA A APRENDIZAGEM ESCOLAR
PROGRAMA DE
REEDUCAÇÃO DE DISLÉXICOS
PROGRAMA “COMPREENDER PARA APRENDER”
PROGRAMA DE DIMINUIÇÃO DOS ERROS ORTOGRÁFICOS
PROGRAMA DE INTERVENÇÃO
EDUCATIVA PARA AUMENTAR A ATENÇÃO E DIMINUIR A
TENDENCIA PARA A IMPULSIVIDADE |
Sobe 
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ADOLESCENTES
E JOVENS ADULTOS
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ADOLESCENTES
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| A infância e a adolescência são fases distintas
do desenvolvimento. À semelhança do que acontece
na Infância, a partir de um diagnóstico responsável
e de um acompanhamento psicológico adequado, pode-se
prevenir e corrigir precocemente, muitas das perturbações
emocionais e comportamentais susceptíveis de emergirem
ao longo do desenvolvimento juvenil. |
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JOVENS ADULTOS |
| A vida adulta assume um conjunto de exigências e desafios
que impõem a tomada de decisões assertivas ao
momento e a capacidade de gerir a vida pessoal, familiar e profissional,
de uma forma concertada. Trata-se de uma nova etapa marcada
pelo início da vida adulta, pela escolha de vida profissional,
amorosa e familiar, eventualmente pela progenitura, e pela adopção,
na sua globalidade, de um determinado estilo de vida. |
INTERVENÇÃO NA ÁREA
DA PSICOLOGIA CLÍNICA
AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
TIPOS DE AVALIAÇÃO
APERTURBAÇÕES
DE ANSIEDADE
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ANSIEDADE SOCIAL
FOBIA ESCOLAR
TIQUES
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PERTURBAÇÕES
DE HUMOR
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DEPRESSÃO NA ADOLESCENCIA |
PERTURBAÇÕES
DISRUPTIVAS DO COMPORTAMENTO
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PERTURBAÇÃO DE HIPERACTIVIDADE COM OU SEM DÉFICE
DE ATENÇÃO
PERTURBAÇÃO DE COMPORTAMENTO
PERTURBAÇÃO DE OPOSIÇÃO
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PSICOTERAPIA
INTERVENÇÃO NA ÁREA
DA PSICOLOGIA EDUCACIONAL
AVALIAÇÃO
DEVIDO A DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
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DESEMPENHO ESCOLAR BAIXO
INSUCESSO ESCOLAR
DISLEXIA
DISCAULCULIA
DISORTOGRAFIA |
AVALIAÇÃO
DOS MÉTODOS DE ESTUDO
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TÉCNICAS EFICAZES PARA A ORGANIZAÇÃO DO
ESTUDO |
ORIENTAÇÃO
ESCOLAR E VOCACIONAL
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A concepção mais recente é
considerar a Orientação Vocacional como tendo
o objectivo de capacitar o indivíduo
para a tomada de decisões, não
apenas em termos de carreira (na escola e na profissão),
mas sempre que se torne necessário. Com este objectivo,
são realizadas várias actividades, ao longo
das sessões. O processo é composto por várias
fases:
a) Avaliação psicológica;
b) Sessão de informação;
c) Consulta com entrevista e discussão
dos resultados
d) Elaboração de relatório.
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PROGRAMAS
DE INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA
Sobe 
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ADULTOS
PSICOTERAPIA

O principal objectivo
da terapia psicológica, não é transportar
o paciente para um impossível estado de felicidade, mas
sim ajudá-lo a adquirir firmeza e paciência diante
do sofrimento. A vida acontece no equilíbrio entre a alegria
e a dor. Quem não se arrisca para além da realidade
jamais encontrará a verdade".
(Carl Gustav Jung).
A Psicoterapia
Breve é uma linha teórica da psicologia,
que se distingue das outras no que concerne ao processo terapêutico,
já que depende do cliente mas também do comprometimento
do psicólogo.
Na Psicoterapia Breve, a estratégia de condução
do processo terapêutico é formulada a partir da queixa
do cliente, os motivos de procura, os objectivos e o estado nas
áreas produtiva, afectivo-emocional, orgânica e social.
Face a tudo isto é formulada uma hipótese psicodinâmica
e definida a intervenção. O psicólogo é
um elemento activo, o que acaba por abreviar o processo.
Os motivos
mais comuns que levam alguém a fazer psicoterapia são:
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Ansiedade
Tristeza/depressão
Falta de motivação
Falta de sentido para a vida
Situações reactivas (divórcio, morte de
entes queridos, ...)
Dificuldades emocionais
Dificuldades de relacionamento interpessoal
Dificuldades na aceitação das mudanças |
No fundo, todo o tipo de questões que estejam a alterar
o equilíbrio emocional.
Geralmente, as sessões ocorrem com uma periodicidade semanal
e duram, em média, 50 minutos.
Sobe 
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PAIS
ACONSELHAMENTO
Para os pais, a Infância
e a Adolescência de um filho é sempre
um desafio tão
estimulante quanto difícil!
O processo de aconselhamento pode ser individual
ou em grupo:
 
Individual – sempre que um casal (ou mesmo que seja
só o pai ou a mãe) tenha dúvidas acerca
de qualquer assunto relativo ao comportamento/ desenvolvimento
dos filhos.

Em grupo – organizam-se sessões periódicas
de aconselhamento. Pretende-se que os pais (e outros membros
da família) possam esclarecer
dúvidas, colocar questões, aprender
a compreender os comportamentos
e atitudes das crianças/ adolescentes,
as necessidades e expectativas
dos seus filhos em relação a si ou a outras
pessoas igualmente importantes na sua vida (ex., professores,...),
assim como lidar, na relação com os seus filhos,
com acontecimentos de vida
importantes da própria família
(ex., divórcio, luto, mudança de residência,
entrada na escola,...). |
Estes momentos funcionam ainda como um espaço
de partilha, diálogo e reflexão
sobre a função ser "PAI"
- suas exigências e dificuldades, expressão
de sentimentos e respectivo alívio
de tensão, facilitando-se o encontro de cada
pai consigo próprio, nas suas dúvidas e certezas.
Nestas sessões, abordam-se questões como:
Informação
e concessão de estratégias em relação
ao quadro clínico dos filhos (ex. perturbação
de hiperactividade, perturbação de ansiedade,
dislexia, medos,...)
Não saber ouvir "NÃO"
Birras e/ou amuos
Regulação do comportamento (ex., comportamento
hiperactivo, agressivo, ...)
A criança só faz o que lhe apetece - não
acata ordens
Recusa no cumprimento de rotinas (ex., rotinas de higiene, alimentação,
ir para a cama,...)
Rivalidade entre Irmãos
Dependência dos Pais
Questões Práticas relacionadas com a alimentação,
controlo dos esfíncteres, dormir na sua própria
cama,... |
Reacções das crianças/adolescentes
a situações problemáticas de vida, como sejam:
divórcio, luto, entrada na escola, mudança de residência
ou de escola,...
Sobe 
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GRÁVIDAS
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CURSO “O QUE
SENTE O FETO”
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| Integrado no curso de preparação para o
parto. O objectivo final consiste em informar a grávida
acerca de aspectos ligados ao desenvolvimento fetal, assim
como capacidades do recém-nascido.
Sessões em grupos de 4-6 grávidas.
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ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO
NA DEPRESSÃO PÓS-PARTO |
Existem
duas formas de depressão no pós-parto, uma mais
leve e mais comum chamada "Blues Postpartum", e
a depressão pós-parto propriamente dita. O "blues"
é uma condição benigna que se inicia
nos primeiros dias após o parto (dois a cinco dias),
dura de alguns dias a poucas semanas, é de intensidade
leve não requerendo em geral uso de qualquer tipo de
medicação. Caracteriza-se basicamente pelo sentimento
de tristeza e o choro fácil que não impedem
a realização das tarefas de mãe.
A depressão pós-parto recebe essa classificação
sempre que iniciada nos primeiros seis meses após parto.
Sua manifestação clínica é igual
a das demais depressões, ou seja, é prolongada
e incapacitante havendo muitas vezes a necessidade de recurso
a anti-depressivos. |
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FORMAÇÃO/SUPERVISÃO
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Especialmente indicada para jovens
psicólogos em início de carreira.
Desenvolve-se em pequenos grupos, com uma regularidade quinzenal.
Em cada sessão (de 90 minutos) é sugerido um procedimento
específico de avaliação ou intervenção
em Psicologia Clínica ou Aconselhamento Educacional.
que todos podem experimentar durante a semana, analisando resultados
e dificuldades na sessão seguinte. Trata-se de aprender
fazendo, no contexto de um grupo de suporte e supervisão
clínica. |
Sobe

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